Recentemente,...mais precisamente no ano passado, estivemos envolvidos com a questão do ECAD. Por força do trabalho que desempenhava no SIMPROIND, estive em diversas sessões do ECAD e pude entender melhor o assunto. Estivemos presentes à abertura desta CPI, aqui na Assembléia Legislativa de São Paulo. Na ocasião, em contato com os membros do Sindicato dos Compositores de São Paulo, especificamente com o Sr. Carlos Gomes, Presidente desta entidade e um dos autores desta CPI, pudemos tomar conhecimento da verdadeira situação do direito autoral e também, testemunhar como o músico, é um alienado e não tem conhecimento de seus direitos. No desenrolar desta CPI, assistimos à depoimentos e a várias denúncias que comprovavam tudo o que o sindicato alegava, pilhas e pilhas de documentos foram apresentadas e inclusive, até memos o Sr. Wilson Sandoli, foi levado a plenário e inquirido pelos membros da comissão à respeito da situação dos músicos neste estado. O que vimos na realidade, era apenas a comprovação do que a muito ouviamos, que ninguém respeita o direito de nenhum compositor, que o ECAD é mesmo uma grande máfia, que as arrecadadoras, tungam na cara dura as obras de muitos autores, alguns deles conhecidíssimos e que apareciam em suas listagens como "desconhecidos", até mesmo obras de Vinicius de Morais, estavam sendo surrupiadas, por estes "artistas" do direito autoral. Este comentário tem sua razão, pelo fato de que, está para ser votado no Congresso matéria que extingue o ECAD, ao criar uma nova entidade do govêrno, que então, será a responsável por este setor. Trata-se na realidade, da apropriação de uma fatia de grandes proporções da propriedade destes autores, que nada mais farão a não ser, como todo mundo faz, pagar tributo sobre os rendimentos de suas obras. A grita é geral, muitos acham isto uma tremenda "mão grande" em suas obras, em seus direitos. O fato é que aqueles que se insurgem, são na realidade, em sua grande maioria, membros do ECAD, através de suas arrecadadoras, ou ocupam lugares em sua diretoria, ou prestam serviços para as mesmas. Concluindo: são interessados, ou seja "mamadores" que além de receber sobre os direitos de suas obras, reccebem também sobre os direitos daqueles que não comparecem (para receber) ou não são membros destas arrecadadoras. É isto mesmo, que vocês leram!...recebem sobre aquilo que vc não reclamou. Muitos deles, não publicam mais nada a muitos anos, são cantores, compositores e até mesmo atores, que nunca assinaram uma música ou letra e estão lá "tungando" o seu direito e de outros. Com a extinção, cessa a atividade do ECAD, que já vem esperneando a muito tempo, por conta de três CPIs que sofreram e nas quais forma apuradas milhares de irregularidades, expondo os abusos; nesta útima aqui em São Paulo, o parecer da Comissão da Assembléia foi o encaminhamento para o Ministério Público. Assim, se Deus quiser, termina mais uma página vergonhosa relacionada à música e seus autores. Muitos "mamadores" ficarão sem o rico dinheirinho que até então entrava facilmente. Vamos ver se o governo federal, vai mesmo corresponder e se não seremos vítimas mais uma vez vítimas dos salvadores da pátria.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
SE PODE MATAR A OMB?...PARA QUE?
Olá pessoal!...voltamos a postar neste blog, o motivo é que iniciou-se na página do Clube Caiubi, uma discussão sobre se se deve ou não Matar a Vaca (OMB). Como é sabido por todos, esta polêmica vem sendo discutida por diversas entidades, notadamente aquelas que tem algum interesse em que isto aconteça. A OMB, vem no decorrer destes 50 anos de existência agindo da mesma forma: fiscalizando, intimidando e cobrando (idevidamente)
aos músicos. A grande maioria dos músicos, desaprovam esta forma de agir, sabendo-se que o que é cobrado hoje como anuidade, não é destinado a nenhuma benfeitoria ao profissional. Sabe-se também que nenhuma das diretrizes instauradas pela Lei que a criou, forma cumpridas. O reflexo deste descaso é muito desagradável pois, nenhum músico aposentado existe pela atuação da OMB. Moral da história: ela não cumpre o seu objetivo como representante da classe, não conseguiu jamais regular o mercado e incluir o músico socialmente. Hoje a classe está totalmente desamparada. Nem mesmo o sindicato, criado pelo hoje excluído destas entidades (Wilson Sandoli) cumpre sua função. Urge, então, que se tome atitude com relação à esta situação. Inúmeras ações forma levadas à mesa de negociações para o atual presidente da OMB, mas, até hoje nenhuma atitude foi tomada, para que se mude alguma coisa. A retomada desta discussão no Caiubi, desta vez, se deve à ação do Deputado José Giannazzi, membro da Comissão pró-musicos da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, em ano político, lógicamente ele busca notoriedade para alavancar um novo mandato, mas, independente disto tem batalhado por uma melhoria da classe.
aos músicos. A grande maioria dos músicos, desaprovam esta forma de agir, sabendo-se que o que é cobrado hoje como anuidade, não é destinado a nenhuma benfeitoria ao profissional. Sabe-se também que nenhuma das diretrizes instauradas pela Lei que a criou, forma cumpridas. O reflexo deste descaso é muito desagradável pois, nenhum músico aposentado existe pela atuação da OMB. Moral da história: ela não cumpre o seu objetivo como representante da classe, não conseguiu jamais regular o mercado e incluir o músico socialmente. Hoje a classe está totalmente desamparada. Nem mesmo o sindicato, criado pelo hoje excluído destas entidades (Wilson Sandoli) cumpre sua função. Urge, então, que se tome atitude com relação à esta situação. Inúmeras ações forma levadas à mesa de negociações para o atual presidente da OMB, mas, até hoje nenhuma atitude foi tomada, para que se mude alguma coisa. A retomada desta discussão no Caiubi, desta vez, se deve à ação do Deputado José Giannazzi, membro da Comissão pró-musicos da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, em ano político, lógicamente ele busca notoriedade para alavancar um novo mandato, mas, independente disto tem batalhado por uma melhoria da classe.Acompanhe a discussão no site do Caiubí através deste endereço:
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Morre Zé Rodrix...
Morre o músico Zé Rodrix, aos 61 anos, em São Paulo
O cantor e compositor Zé Rodrix, 61, morreu na madrugada desta sexta-feira (22), em São Paulo. O músico deixa mulher, seis filhos e dois netos.
Zé Rodrix ganhou destaque na música durante a década de 70, ao lado de Sá e Guarabyra
De acordo com informações do "Bom Dia São Paulo", o músico se sentiu mal e foi levado às pressas ao Hospital das Clínicas, onde morreu.
A assessoria de imprensa do hospital afirma que o músico deu entrada às 0h30 e morreu às 0h45. A causa da morte ainda não foi informada.
Rodrix, cujo nome de batismo é José Rodrigues Trindade, apareceu para o grande público em 1967, em um festival da Record.
Sua carreira ganhou destaque nos anos 70, quando trabalhou com o grupo Som Imaginário --banda criada para acompanhar uma turnê de Milton Nascimento-- e ao lado dos músicos Sá e Guarabyra. O trio se transformou em ícone do chamado "rock rural".
Entre as canções mais famosas de Zé Rodrix estão "Casa no Campo", famosa na voz de Elis Regina, "Mestre Jonas" e "Soy Latino Americano".
Nas décadas de 80 e 90, Rodrix abandonou a carreira musical para se dedicar à publicidade.
Em 2001, voltou a se reunir com os companheiros Sá e Guarabira para uma apresentação do "Rock in Rio". No mesmo ano, o trio lançou um DVD ao vivo, reunindo seus maiores sucessos: "Sá, Rodrix & Guarabyra: Outra Vez Na Estrada - Ao Vivo".
O cantor e compositor Zé Rodrix, 61, morreu na madrugada desta sexta-feira (22), em São Paulo. O músico deixa mulher, seis filhos e dois netos.
Zé Rodrix ganhou destaque na música durante a década de 70, ao lado de Sá e Guarabyra
De acordo com informações do "Bom Dia São Paulo", o músico se sentiu mal e foi levado às pressas ao Hospital das Clínicas, onde morreu.
A assessoria de imprensa do hospital afirma que o músico deu entrada às 0h30 e morreu às 0h45. A causa da morte ainda não foi informada.
Rodrix, cujo nome de batismo é José Rodrigues Trindade, apareceu para o grande público em 1967, em um festival da Record.
Sua carreira ganhou destaque nos anos 70, quando trabalhou com o grupo Som Imaginário --banda criada para acompanhar uma turnê de Milton Nascimento-- e ao lado dos músicos Sá e Guarabyra. O trio se transformou em ícone do chamado "rock rural".
Entre as canções mais famosas de Zé Rodrix estão "Casa no Campo", famosa na voz de Elis Regina, "Mestre Jonas" e "Soy Latino Americano".
Nas décadas de 80 e 90, Rodrix abandonou a carreira musical para se dedicar à publicidade.
Em 2001, voltou a se reunir com os companheiros Sá e Guarabira para uma apresentação do "Rock in Rio". No mesmo ano, o trio lançou um DVD ao vivo, reunindo seus maiores sucessos: "Sá, Rodrix & Guarabyra: Outra Vez Na Estrada - Ao Vivo".
Por: Drika Bourkin
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